Santander mobiliza mais de R$ 600 milhões para combate à covid-19

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  • Recursos serão destinados à compra de equipamentos médicos mais urgentes, como respiradores, máscaras e testes de detecção da doença, além de pesquisas em colaboração com universidades e outras instituições
  • Fundo de Solidariedade Juntos, lançado em 23 de março com mais de R$ 150 milhões, já chegou a cerca de R$ 330 milhões com as contribuições de subsidiárias do Grupo e colaboradores

São Paulo, 27 de abril de 2020

O Santander destina mais de R$ 600 milhões a iniciativas de solidariedade para combater a pandemia causada pelo novo coronavírus. Os fundos estão sendo utilizados em todos os mercados onde o Banco está presente para a compra de equipamentos médicos e o apoio a pesquisas realizadas por universidades e outras instituições ligadas à ciência e à saúde.

O Santander anunciou em março a criação de um fundo de solidariedade com valor superior a R$ 150 milhões, ao qual foi destinado, inicialmente, o equivalente a 50% da remuneração total da presidente do Banco, Ana Botín, e do CEO, José Antonio Álvarez, além de 20% dos diretores do Grupo e de doações voluntárias dos funcionários. Nos últimos dias, o fundo chegou a cerca de R$ 330 milhões com novas contribuições das subsidiárias de diferentes países.

“O Santander está comprometido a ser parte da solução desta crise sanitária sem precedentes e seus consequentes impactos econômicos. Nossa prioridade é a saúde de nossos funcionários, ao mesmo tempo em que garantimos o apoio financeiro aos clientes e a continuidade dos negócios. Também estamos fazendo todo o possível para apoiar hospitais e profissionais de saúde, bem como as várias organizações e fundações que estão trabalhando juntas para combater o coronavírus”, afirma Ana Botín. “Continuamos a mobilizar toda a nossa rede comercial, deixando-a à disposição das autoridades de saúde dos países para ajudar a gerenciar o relacionamento com fornecedores e distribuidores, de forma a garantir que os equipamentos e os suprimentos necessários cheguem às pessoas e lugares mais necessitados.”

De acordo com o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, “esta crise nos ensinou que estamos completamente interconectados e, a partir desta constatação, temos que aprender a construir uma sociedade capaz de celebrar o fato de que podemos nos ajudar sempre”. E prossegue: “Desde o início da propagação do novo coronavírus no nosso País, tomamos uma série de ações no sentido de apoiar nossos funcionários, clientes e a sociedade. Como temos dito em nossas comunicações, a gente pode acertar, pode até errar, mas parados é que não vamos ficar”.

Além do fundo, o Santander contribui com outros R$ 280 milhões ao redirecionar recursos de outros projetos para iniciativas dedicadas à luta contra o coronavírus e à proteção dos grupos vulneráveis em vários países. Cerca de dois terços desses fundos foram alocados a iniciativas de universidades e centros de pesquisa em diferentes regiões. Entre as ações apoiadas estão as pesquisas de vacinas, medicamentos e diagnósticos, o fortalecimento do sistema universitário em sua transição digital e a atenção especial aos estudantes mais vulneráveis.

O banco segue concentrando sua atividade na neutralização dos efeitos da pandemia, com iniciativas específicas destinadas a proteger a saúde de seus funcionários e a apoiar os clientes com liquidez para empresas e soluções financeiras, diferimentos de empréstimos para PMEs e indivíduos, cobertura de seguro para profissionais de saúde, suspensão de algumas taxas e aumento de limites de cartão de crédito, entre outras medidas.

Brasil

O Santander Brasil fez parcerias com os principais bancos privados do País (Itaú e Bradesco) para a compra de 5 milhões de testes rápidos, respiradores e outros equipamentos médicos, além de 15 milhões de máscaras a serem produzidas por microempreendedoras locais. Os três bancos fizeram um investimento conjunto de cerca de R$ 285 milhões nas iniciativas.

Além disso, foi um dos bancos que aderiram a medidas do governo que preveem o financiamento de folhas de pagamento de pequenas e médias empresas em condições especiais e o adiamento por 60 dias dos vencimentos de parcelas de financiamentos. No caso do Santander, os clientes que não conseguirem pagar as parcelas de algumas modalidades de empréstimos, como o crédito pessoal, contam com prorrogação automática das prestações.

O Banco também foi o primeiro, no Brasil, a anunciar que não faria demissões durante o período crítico da crise, a não ser em casos de justa causa e descumprimento de seu código de ética. E se antecipou ao mercado ao anunciar o fechamento de parte de suas agências nas metrópoles com mais casos de covid-19, além de instituir horários alternativos de atendimento para idosos em unidades com maior concentração de clientes beneficiários do INSS.

Outros países

Na Espanha, o Santander já doou 4,1 milhões de máscaras ao governo, às forças armadas e à polícia, vários hospitais em toda a Espanha, além de Cantábria e Boadilla del Monte, locais onde estão localizadas as principais agências do Banco. Além disso, 500 respiradores não invasivos foram distribuídos em todo o país, 2 mil cobertores para o Hospital de la Paz, em Madri, instrumentos de desinfecção para casas de repouso e 2 mil camas, cobertores e respiradores para o hospital de campo IFEMA.

Outras iniciativas em colaboração com pesquisadores, empresas e diferentes ONGs também se destacam, como a compra de 500 mil litros de água para hospitais ou o desenvolvimento de um aplicativo móvel capaz de ler o resultado do kit de diagnóstico COVID-19 a partir de uma foto. Além disso, o Santander captou 2 milhões de euros de clientes e terceiros por meio de iniciativas promovidas pelo banco, como a Liga Santander Fest, que já permitiu a compra de 115 respiradores e 400 mil máscaras.

Em Portugal, o Santander participa de diferentes iniciativas, em conjunto com a Associação Nacional de Bancos, a Associação de Empresas e a campanha da liga portuguesa de futebol “United for Portugal”, para ajudar as autoridades do país a enfrentar a doença com a doação de suprimentos médicos, como respiradores e máscaras. Na Polônia, o Santander Polska, juntamente com a Fundação Santander Bank Polska, fez doações de 660 mil euros para oito hospitais no país, enquanto no Reino Unido, o Santander UK fez doações para a Alzheimer’s Society e Age UK, para apoiar os grupos mais vulneráveis à pandemia.

No Chile, o Santander participa do Fundo de Emergência Privado Chileno para a Saúde, com o objetivo de obter 50 bilhões de pesos (cerca de 54 milhões de euros), e também fez doações para as fundações Techo Chile e Teletón. E na Argentina, o banco está colaborando com diferentes ONGs na doação de equipamentos médicos e apoio aos grupos mais vulneráveis.

No México, a unidade local lançou as bolsas de estudo #YoMeQuedoEnCasa para desenvolver habilidades de linguagem e outras habilidades para melhorar a empregabilidade. E nos Estados Unidos, o banco reorientou seu programa para ajudar ONGs que prestam serviços essenciais à comunidade. Por fim, a Santander Consumer Finance doou 380 mil euros para diferentes países na Europa e à China, além de 250 rádios e 1,5 mil kits de proteção para hospitais.

O Santander também lançou “Superamos juntos”, um espaço aberto e acessível a qualquer pessoa ou empresa, cliente ou não da entidade, que contém informações e recursos para ajudar a superar a situação causada pelo coronavírus. Este centro de recursos é adaptado às necessidades locais, com sites específicos para cada país, que contêm informações das autoridades locais.

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